Crítica do filme Ponto de Mutação, feita por Diogo Tavares

Crítica do filme Ponto de Mutação, feita por Diogo Tavares

O filme é ***** 5 ESTRELAS o filme emociona, não por ser romântico, mas por falar da vida de uma forma realista, tão realista que pareceu subjetiva, pois no fundo viver é lindo!

Hoje eu nem ia pra aula, mas valeu muito a pena ter ido na faculdade, pois o professor exibiu o filme ponto de mutação, um filme belíssimo filosófico na dose certa, barato, sem efeitos especiais, mas com vários questionamentos sobre a vida, um filme que de alguma forma eu tinha que ver, eu acredito que nada é por acaso, sou muito superticioso, jamais saberia da existência deste filme! O filme é de 1992, mas seu assunto é muito atual!

Seu enredo se basei no diálogo de uma ex-cientista americana, um ex-canditato a presidência dos EUA e um poeta. Eles se encontram numa ilha na França, e começam a filosofar, no início a cientista apenas crítica o mundo e a sociedade tentando atingir o político, cita Descartes, mas depois a discussão parte para uma coisa muito mais ampla, para o por que da vida, afinal ?

O assunto abordo que achei mais interessante foi quando a cientista falou dos átomos e do espaço vazio que existe entre os elétrons e o núcleo, ou seja no fundo nada é sólido as coisas só se mantém no lugar porque de alguma forma os átomos tem uma espécie de consciência, uma força que promove a interação entre os átomos, ou seja no fundo não somos nada somos apenas energia em um estado de interação com tudo e todos a nível subatômico. Detalhe pesquisas recentes revelam que 80 % do Universo é formado de matéria escura que nada mais é do que este espaço entre elétrons e átomos, seria então o Universo um átomo gigante ?

fonte deste trecho: http://kavorka.wordpress.com/2006/09/29/ponto-de-mutao/

Exemplo de questionamento existente no filme: Ao dizer que nenhum santo sustenta-se sozinho, Thomas ( O poeta) cita parte de um poema de John Donne para Jack ( O político) na entrada do castelo:

Nenhum homem é uma ilha isolada; cada
homem é uma partícula do continente, uma parte da Terra(…) E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.

Este poema inspirou um romance de Ernest Hemingway, Por Quem os Sinos Dobram, que foi baseado na experiência do escritor americano como correspondente de guerra.

 

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